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Leo Cunha - Literatura infanto-juvenil
Desde: 22/12/2003      Publicadas: 217      Atualização: 28/05/2015

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 Entrevistas

  19/01/2010
  1 comentário(s)


Em olho fechado não entra estrela

Reprodução da entrevista que eu concedi à escritora e jornalista Rosa Amanda Strausz, do site Doce de Letra.





Quando publicou sua primeira história, Em boca fechada não entra estrela, Leo Cunha tinha apenas 25 anos. Mas já trazia na bagagem dois prêmios importantes: o João de Barro e o prêmio de literatura infantil do Paraná. Dez anos e vinte livros mais tarde, nos encontramos nos corredores do Salão Internacional do Livro de Belo Horizonte para falar da geração 90, de influências e de sua obra. Sentados na mesa de um quiosque, com cerveja gelada e bom papo, não tardou a chegarem outros escritores. Assim, esta entrevista contou com a colaboração de Ângela Leite Souza e de Luiz Carlos Neves.

Em olho fechado não entra estrela
Rosa Amanda " Dez anos de carreira e mais de vinte livros publicados. Você publica mais do que escreve ou escreve mais do que publica?


Leo Cunha " (Rindo) Eu jogo fora muito mais do que publico. Eu guardo muita coisa, eu jogo muita coisa fora, e reescrevo quase obsessivamente...





Rosa Amanda " A idéia de fazer essa entrevista começou num papo em que falávamos de influências. Em um artigo, eu tinha classificado o Leo Cunhacomo um legítimo 'irmão em Orthof', e ele me disse que também tinha sido influenciado por outros escritores. Então, Léo, vamos falar disso?


Leo Cunha " Eu sou extremamente suscetível a influências. A Sylvia Orthof está na cara, né? Pelo humor, pelo nonsense, pela irreverência. Eu aprecio muito a irreverência, no bom sentido da palavra, que é de não ficar reverenciando em excesso, respeitando em excesso alguns tabus. Ela tinha muito isso e eu também tenho. Mas eu reconheço outras influências fortes no meu texto, não tanto em termos temáticos, mas no estilo mesmo, principalmente de poetas.





Rosa Amanda " Quais?


Leo Cunha " Acho que acabei reconstruindo no meu discurso o olhar, a maneira de lidar com a palavra, de brincar com a palavra de alguns poetas. Um exemplo, que qualquer um percebe, é o José Paulo Paes. Isso está no Poemas Lambuzados, que inclusive é dedicado a ele, também no Cantigamente.





Rosa Amanda " Com a Sylvia, você tinha um contado bem direto, ela era amiga de sua mãe, freqüentava sua casa. E com o José Paulo Paes, a influência também foi direta assim?


Leo Cunha " Eu mandava todos os meus livros para ele e ele respondia - eu acho que ele fazia isso com todo mundo, era um cara extremamente generoso. Respondia imediatamente, comentava. E felizmente, para mim, ele gostava muito do meu texto. E eu sempre fui apaixonado pelos livros dele. O lado lúdico dele me encantava muito. Então, acho que ele é um dos mais marcantes. Outra influência forte é a do Mário Quintana. Sempre li muito os livros dele. E, ao lado dos livros de adulto, o Quintana tem textos infantis que eu acho primorosos, como o Pé de pilão, Lili inventa o mundo. Gosto muito do jeito aparentemente simples que ele tem de escrever.





Rosa Amanda " O Quintana tem uma frase de que eu gosto muito. Ela diz que o livro bom é aquele que a gente lê e parece que está pensando. Você concorda com isso, se preocupa com esse tipo de questão quando está escrevendo?


Leo Cunha " Nesses termos, não. Em alguns dos meus textos, a presença do narrador, de quem está criando aquele discurso, é muito forte e não há como escamotear isso. O leitor vai estar curtindo mesmo é o discurso de um outro.





Rosa Amanda " Eu acho que ele falou isso em outro contexto, no contexto da clareza, da comunicabilidade...


Leo Cunha " Nesse sentido, sem dúvida. É uma coisa que você mesma já comentou algumas vezes. Eu tenho essa preocupação com a comunicabilidade, mesmo em textos que são muito elaborados em termos de linguagem. Sempre tento fazer com que essa elaboração não prejudique a comunicabilidade. Livros como O sabiá e a girafa, Em boca fechada não entra estrela, Quase tudo na Arca de Noé são muito elaborados. Mas, se eu fui bem sucedido, eles se comunicam bem até com crianças pequenas. As pessoas acham que texto elaborado tem que ser difícil. É claro que tem alguns que são difíceis, alguns até que são chatos. Mas eu tento escapar disso. Tento mesmo.





Rosa Amanda " Na sua relação de referências também entrou o Bartolomeu Campos Queirós. Como é que você sente a influência dele?


Leo Cunha " O Bartolomeu foi uma presença muito forte na minha vida de leitor. Minha mãe editou vários livros dele na Miguilim, eu lia conforme iam sendo lançados, às vezes antes lia mesmo enquanto estavam nas provas. É um autor que eu admiro muito, eu acho que ele tem um texto extremamente poético, mas não é fácil perceber influência dele na minha obra, a não ser em alguns momentos como História em três atos, como As patas da vaca, ou da metalinguagem, como o Raul. Eu vejo influência desses textos em livros meus, como o Gato de estimação, que brincava com os signos, por exemplo. Nos textos juvenis dele, nem tanto.





Rosa Amanda " Engraçado, eu vejo o Bartolomeu juvenil no A Menina na varanda (aliás, parabéns pela indicação ao Jabuti!). O tratamento que você dá ao tempo, ao passado, à história da vida, à solidão, me lembram bastante alguns momentos dele.


Leo Cunha " Aí você percebeu uma influência que eu mesmo não notei. Aliás, isso é muito comum, né? Eu nunca tinha pensado nesses termos com relação ao A menina na varanda mas agora que você falou... talvez eu comece a perceber isso. A menina na varanda é uma história bem diferente de tudo que eu já escrevi. É um texto muito mais fluido que os outros, onde eu trabalho muito menos com o jogo de palavras. Algumas pessoas estranharam, disseram que não conheciam esse meu lado meio romântico, meio nostálgico ...





Rosa Amanda " Meio mineiro?


Leo Cunha " Não sei se é mineiro, porque o mineiro está claro em quase tudo que eu escrevo. O Pela estrada afora, é mineiro até falar chega... A marca do pênalti é mineiro até falar chega.





Ângela Leite de Souza " Talvez a diferença de tom seja porque você está envelhecendo, né Léo? Você é um autor muito precoce, não tinha tantas coisas para sentir saudade. À medida que o tempo vai passando, você tem alguma coisa pra recordar...


Leo Cunha " Eu acho que a Ângela foi em cima. Esse é um texto escrito na saudade do meu avô e da minha avó. É uma história ... ai, daqui a pouquinho eu choro... O ponto de partida da história é um caso verídico que aconteceu com meu avô. Ele estava já muito velhinho e quase não saía do quarto. Só o que ele tinha para fazer era olhar ao redor mas, sem óculos, ele não enxergava nada e com os óculos enxergava muito mal. Então, um dia, ele cismou que tinha uma menina na varanda da frente. Ele achava que a menina estava sempre ali, acenava pra ela, conversava com ela, e tal... e aí um dia um tio meu foi lá e a gente viu que não era uma menina, eram dois pratos de parede, um em cima do outro, um parecia a cabeça e o outro parecia o tronco. Mas ele achava que era uma menina, inclusive brigou com a gente dizendo que era uma menina, sim. Então, é um livro de homenagem pro meu avô, pra minha avó. Esse personagem da velha pianista na "Menina na varanda" é uma homenagem aos meus dois avós, que tinham acabado de morrer. Então, esse lado nostálgico, afetivo, talvez tenha surgido de maneira mais clara nesse que nos outros livros.





Luiz Carlos Neves " Quando a gente fala no mundo infantil, as crianças têm uma coisa muito bonita que é a imitação. A imitação é uma forma de adivinhação. Então, você em criança teve a oportunidade de ler vários manuscritos e hoje percebe esses influências na sua obra. Como é que foi o processo de desenvolver um estilo seu? A sua separação desses autores foi de maneira clara, racional, ou você deixou que isso psicologicamente fosse passando com o tempo?


Leo Cunha " Não, não foi claro não. A gente está falando muito de influência mas geralmente quem percebe primeiro as influências não sou eu. Um ou outro caso é até proposital porque eu faço uma homenagem. Então, no caso do Joselito e seu esporte favorito é claro que é uma homenagem à Sylvia. No caso do Cantigamente tem poemas dedicados ao Quintana. O Poemas lambuzados é dedicado ao Zé Paulo Paes. Agora, a influência do estilo, da Sylvia, ou do Bartolomeu eventualmente, ou de outros vários escritores, - que aí tem vários outros, né, Drummond, Chico Buarque, e tantos outros, não é uma coisa consciente. Eu acho que eles foram meio que se misturando lá no fundo da cabeça e quando eu comecei a escrever eles foram se revelando. Eles estavam lá em algum lugar...





Rosa Amanda " Você faz parte da geração que publicou os primeiros livros na década de 90. Foi a primeira geração que teve um corpo de autores infantis consagrados, que pudessem influenciar o trabalho. Porque, até então, só havia o Lobato como referência. A nossa já é uma geração que tem todo o pessoal da década de 70, escritores que já vinham produzindo e que começaram a influenciar outros. Eu queria saber se você se sente parte de uma geração ou não.


Leo Cunha " Mesmo os vários autores que não me influenciaram meu estilo ou temática, me influenciaram no sentido de eu ler e saber: olha, isso se pode fazer. Tem gente que faz isso, tem gente que faz aquilo. Aí entra todo mundo, entra Ruth Rocha, entra Ana Maria Machado, entra Fernanda Lopes de Almeida, entra Joel Rufino, e Orígenes Lessa, Ziraldo, essa turma toda. Você pode até não pegar elementos deles no meu estilo, mas quando fui escrever, eu já tinha lido esses autores e já sabia: eles já fizeram isso, eles já quebraram essas paredes, já quebraram esses tabus. Isso é fantástico, a nossa geração já encontrou esse corpo de vinte, trinta anos de literatura produzida mais consistentememente nas décadas de 70 e 80.





Luiz Carlos Neves " Qual é sua relação com os contadores de histórias?


Leo Cunha " Eu adoro, fico encantado quando os contadores lêem minhas histórias. Freqüentemente eu vou às lágrimas. Tem um rapaz aqui em Belo Horizonte que conta O Sabiá e a girafa. Eu já vi duas vezes, e as duas vezes eu me derramei de chorar. Porque é lindo, lindo, lindo. É uma coisa assim meio boba, eu não sei nem explicar, não sei se é porque eu adoro teatro, dramatizações em geral, mas eu fico encantado. Da mesma maneira como eu fiquei boquiaberto quando meus poemas foram musicados no Clave de Lua. Quando eu ouvi aquele disco eu não consegui parar de ouvir, simplesmente.





Rosa Amanda " Como é que foi essa parceria com o Renato? Eu queria saber disso porque o resultado ficou mesmo muito bom.


Leo Cunha " Esse livro todo nasceu de uma série de coincidências felizes. O projeto começou quando eu e o Edmir Perroti éramos professores de uma mesma pós-graduação aqui em Belo Horizonte. Um dia, eu estava dando carona pra ele e ele falou assim: "Ô rapaz! (O Edmir sempre começa assim: Ô rapaz!) Tô querendo lançar uma coleção de poesia! Você não tem nada pra me mandar não?" Aí eu falei: "Uai, Edmir, eu tenho uns poemas que falam de música, de instrumentos, de elementos da música, de músicos..." Aí ele já meio que inclinou assim, e disse "Interessante. A Paulinas (que é a editora para a qual ele trabalha) também tem uma gravadora, então, quem sabe, a gente pode fazer um disco também"...





Rosa Amanda " O Renato, você conhecia?


Leo Cunha" Não. Por algum motivo, o Edmir cruzou com o Renato, que é um músico paulista, acho que ele conhecia a esposa do Renato.





Rosa Amanda " Você não conhecia a música do Renato...


Leo Cunha " Não, não. O André Abujamra eu conhecia como músico do Karnac, do Mulheres Negras, que é um grupo que eu sempre adorei. Nunca imaginei que eu ia acabar sendo parceiro do André. Então, eu não tinha conhecimento nenhum, nem sabia que o André trabalhava com trilha sonora de filme, nem do Castelo Rá-Tim-Bum, nem que ia topar participar de um projeto desses. Mas foi realmente mais uma coincidência muito feliz assim e o resultado ficou muito bonito.





Rosa Amanda " Agora, uma coisa que tem me intrigado muito: você escreveu o Na marca do pênalti. É um livro juvenil. Literatura juvenil é um conceito que anda botando minha cabeça num liqüidificador.


Leo Cunha " É, ele é muito tênue, né.





Rosa Amanda " Muito tênue. Como é que você percebe o limite entre a literatura infantil, a juvenil e a "adultil"?


Leo Cunha " Eu não percebo. Aos 13 anos, eu lia muita coisa que não pode ser considerada juvenil. Mas, por outro lado, quando digo para meus alunos de jornalismo que vamos ler Machado de Assis, Carlos Drummond, eles só faltam me bater. Eles têm birra de Machado de Assis, eles têm birra de Carlos Drummond porque foram obrigados a ler esses autores num momento que talvez não fosse o momento ideal para eles. Eu não sou leviano a ponto de teorizar sobre isso.





Rosa Amanda " E nos seus livros? Como é que você diz "esse aqui é juvenil"?


Leo Cunha " Nos meus livros, o tema gira em torno de interesses do mundo juvenil. Pode parecer um simplismo muito grande, mas é a maneira como eu enxergo. Todos os meus livros tratam de dúvidas típicas da adolescência, ou de desejos típicos da adolescência, ou de um cotidiano típico da adolescência. Isso não significa que o leitor juvenil não vai poder pode ler Dostoiévski, assim, ou Vargas Llosa, Gabriel Garcia Marques. Nem significa que todo livro juvenil tenha que ser assim. Isso acontece nos meus, que fique bem claro. Não estou teorizando sobre o assunto e nem tentando definir nada. É um assunto difícil. Não vou me arriscar a dar uma resposta definitiva, não.





Rosa Amanda " Então vamos voltar para a infância e para as fontes de inspiração. Você agora tem uma pequena musa em casa, que é a Sofia. Ser pai mexe com a sua literatura?


Leo Cunha " Eu acho que está começando a mexer. Eu sei de vários escritores que começaram a escrever para crianças quando tiveram filhos. Você mesma, a Elvira Vigna, ou outros autores que queriam contar histórias para seus filhos, e não queriam contar só as que existem. Acho que talvez também pelo lado poético. O Quintana, tem um poeminha assim "Que é que há com a lua, que toda vez que a gente a olha, parece que é a primeira vez?" A criança tem muito esse olhar da primeira vez, esse olhar encantado.





Luiz Carlos Neves " Eu não quero botar essas palavras na sua boca, mas nesse caso, a literatura infantil tem uma fonte que é muito mais afetiva do que literária, num primeiro momento?


Leo Cunha " Afetiva do que literária... eu acho que sim. Pode ter uma fonte afetiva, mas acho que a gente não pode generalizar, dizer "é sempre assim". Cada livro meu surge de uma maneira diferente. Um surge de uma cena que eu vi, outro surge de uma brincadeira com palavras... o Menino que não mascava chiclé nasceu de um trocadilho. Eu não tenho um roteiro, uma rotina de criação. Às vezes passa pelo afetivo mesmo, mas outras vezes passa por um processo absolutamente intelectual, ou por uma recriação, ou intertextualidade com outras coisas... acho que tudo isso é válido.





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