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Leo Cunha - Literatura infanto-juvenil
Desde: 22/12/2003      Publicadas: 56      Atualização: 22/01/2018

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 Fortuna Crítica

  02/08/2005
  8 comentário(s)


O que disseram sobre meus livros...

Leia alguns trechos do que escreveram críticos, teóricos e outros escritores

O que disseram sobre meus livros...Sobre "Pela estrada afora

"Pela estrada afora reafirma o talento desse jovem autor, que há pouquíssimo tempo lançava seu primeiro livro. Desta vez temos um texto em prosa, na linguagem viva e coloquial já encontrada nas traduções que assinou antes de lançar-se como criador".
Laura Sandroni, em O Globo


"Memórias engraçadas e jogos de palavras que acendem lembranças até o surpreendente e bem-humorado desfecho. Autor iniciante de peso."
Eliana Yunes, na revista Pais e Filhos

"O texto mistura o cotidiano de uma família classe média e a experiência da perda de entes queridos com agilidade e bom humor, sem cair na banalização das situações abordadas. Boa opção para crianças cm domínio de leitura."
Silvia Oberg, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil

"O tema da morte é tratado com delicadeza, naturalidade e bom humor no livro Pela Estrada Afora, que fala sobre um garoto que enfrenta o medo da perda de uma avó muito querida."
Luciano Aguiar, no jornal A Tarde

"Numa linha que recorda o alegre humor de Sylvia Orthof, construído justamente ao surpreender as diferenças de percepção do mundo no olhar das personagens (...) Leo Cunha escreveu Pela estrada afora."
Eliana Yunes, em "Leituras Compartilhadas"

Sobre "Lições de Girafa"

"Cunha e Tafuri oferecem deliciosos momentos de prazer ao leitor, explorando de forma divertida, sorridente, "infantil", tema e forma em que se aventuram. Os textos brincam todo o tempo, desconstróem expectativas, são ágeis e às vezes implacavelmente espontâneos. Delícia pura!"
Edmir Perrotti, na revista Nova Escola

"Um trabalho primoroso de poesia em verbo e imagem, em torno da girafa, a pretexto de um dever de casa sugerido pela professora. Excelente lançamento".
Eliana Yunes, na revista Pais & Filhos

"Assinadas por diferentes personagens, as redações revelam o talento de dois novos autores de literatura infantil. A edição em tamanho grande é bem-cuidada e ajuda a fazer do livro uma divertida opção de leitura para crianças com domínio da leitura."
Silvia Oberg, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil

Sobre "O sabiá e a girafa"

"O texto de Leo Cunha transborda poesia e metáforas em torno das limitações da condição humana. A leveza do texto nos transporta para uma associação rica das fragilidades individuais e das várias possibilidades de superação. Essa relação proposta pela narrativa, discutida com tanta delicadez, desempenha uma função fundamental na formação integral de uma criança, uma vez que a noção de limites é apresentada à partir de situações adequadas ao mundo dos personagens."
Graça Monteiro Castro

"Esta fábula é contada num texto muito trabalhado em que as freqüentes aliterações exibem a sonoridade do idioma e estimulam o leitor a brincar com as palavras".
Laura Sandroni, em O Globo

"Belo texto de Leo Cunha, ilustrado por Graça Lima (...) O charme deste livro vem de um certo ritmo onde a língua falada vira escritura poética, cheia de graça, onde o falar mineiro permite jogos de palavra, nos quais Leo Cunha é excelente."
Leny Werneck, no site Citrouille (França),

"O texto em prosa poética, carregado de grande lirismo e de ludismo verbal é o suporte ideal para abordar tema tão delicado: a eterna luta entre os desejos e os limites de cada ser, travestida aqui na pele de dois animais distintos: o sabiá e a girafa.
O texto possibilita uma pluralidade de leituras: a convivência entre os diferentes, a aceitação dos limites, a luta pela a concretização de um ideal, temas tão inerentes à existência humana, o que amplia o universo do leitor implícito a quem supostamente se destina a obra."
Rosa Cuba Riche

"Seu estilo é marcante, tendo como característica principal a linguagem direta, eminentemente poética, quase lírica. Como poucos, ele consegue falar de coisas simples sem pieguismo ou lugares-comuns".
Jorge Fernando dos Santos, no jornal Estado de Minas

"Em linguagem ágil e poética, Leo Cunha vai tecendo as malhas dessa "fábula" sobre as possibilidades de superação de dificuldades através da ajuda mútua. Mostra dois seres tão díspares se completando, cada um contribuindo para que o outro realize o seu sonho de existência plena: o sabiá conseguindo "avoar" e a girafa podendo "cantar".
José de Castro, no site Balaio Literário

"Leo Cunha apresenta uma idéia de superação. De transformar as fragilidades em pontos fortes, em aspectos positivos. Um convite à análise, à introspecção, à percepção, à busca de alternativas para transcender as limitações. Além das descobertas individuais, a possibilidade de reconhecer as habilidades do próximo e firmar parcerias. A possibilidade de vislumbrar no outro a sua completude e assim alcançar a felicidade."
Da revista Integração

Sobre "Em boca fechada não entra estrela"

"A história da menina que assusta os pais com sua mania de falar com as estrelas é composta com cuidados de ourives, repleta de aliterações, cadências ('E o bate-papo batia, até o sono bater'), rimas, jogos metalingüísticos ('Mal a noite caía " só tinha tropeçado - e Guta lá ia embora'). Além disso, reserva no final uma surpresa deliciosa, deixando evidente a compreensão lúdica que o autor tem da palavra literária". Edmir Perrotti, na revista Nova Escola

"Narrativa que contrapõe a fantasia e a curiosidade da infância ao natural temor dos pais quanto à segurança de seus filhos. Leo Cunha conta a história de Guta, garota que adorava sair à noite, no sítio para conversar com as estrelas. Mas escurecia e 'lá ia Guta sítio afora, mistério adentro', e ficava de papo com a noite até o sono chegar. Medo da noite era desconhecido para ela.
Em estilo adequado, Leo Cunha nos fala da necessidade que os adolescentes têm de isolar-se e da incompreensão de que tantas vezes são vítimas. Um belo texto, no qual o tema é tratado com seriedade e poesia. Nos desenhos de Roger Mello a noite surge como a grande presença, concretizada no fundo azul."
Laura Sandroni, em O Globo

"O autor mistura prosa e poesia no livro. Com isso, cria o espanto e as delícias da imaginação de uma garota muito curiosa. Guta tem a coragem, ou melhor, a ausência de medo da maioria das crianças e a abençoada capacidade de sonhar de olhos abertos. Boa leitura para todas as idades."
Animeri Soares, no jornal Hoje em Dia

"Demonstrando grande habilidade com as palavras e uma rara sensibilidade para entender o mundo das crianças, Leo criou uma história comovente".
Do jornal Estado do Maranhão

"A prosa de Leo Cunha, assim como a sua poesia, é muito esmerada e trabalhada com um carinho de artesão da palavra.
No seu livro "Em boca fechada não entra estrela", nota-se uma grande preocupação com o ritmo e até mesmo com a rima. É uma prosa-rimada, uma prosa poética, deliciosa de se ler."
José de Castro, no site Balaio Literário

"Todo escrito em rimas, o livro conta a simpática história de Guta, uma menina que adorava conversar com as estrelas. O desfecho da história é bem interessante e os desenhaos retratam a delicadeza da personagem e da noite."
Do site do jornal O Estado de S. Paulo

Sobre "O menino que não mascava chiclê"

"Livro engraçado e belamente ilustrado (...) A partir de divertido jogo de palavras, o autor constrói uma história engraçada e original, na qual inúmeros clichês são modificados, questioando a forma usual e transformando seu sentido."
Laura Sandroni, em O Globo

"Leo Cunha cumpre a promessa: dar o gostinho de prazer que toda leitura precisa. O dilema do garoto Bê - que é rejeitado porque não masca chiclê - é usado com bom humor e sutileza no jogo da prosa e da poesia, tão apreciado pelo autor."
Do jornal Hoje em Dia

"Uma história leve, doce, engraçada, que valoriza a inteligência, a sensibilidade e a imaginação da criança".
Do Jornal Opinião

Sobre "Que bicho mordeu?"

"Gostoso divertimento que mistura humor e poesia. A cada página, uma surpresa estimula a molecada a criar. A vivacidade da narrativa encanta pequenos leitores com direito a um final imprevisível."
Do jornal O Fluminense

Sobre "O dinossauro " mais uma história ecológica"

"Desembarcando da onda ecológica, ou embarcando numa divertida crítica dela - Leo Cunha e Marcus Tafuri criaram para o público juvenil um dinossauro devorador de ecologistas. A ironia acompanha toda a história, que faz bom proveito da situação absurda imaginada por Dostoiévski."
Rita Espeschit, no jornal Hoje em Dia.

"Uma bem humorada crítica aos ecologistas que passam todo o tempo lutando por uma causa e esquecem de viver suas próprias vidas, ou ainda àqueles que lutam por falsas causas, tendo em mente a auto-promoção."
Ana Paula Bezerra, no Catálogo da FNLIJ para a Feira de Bolonha, 1996

Sobre "Conversa pra boy dormir"

"Já vão longe os dias em que as famílias se reuníam e passavam tempo ouvindo e contando histórias. A sensibilidade de Leo Cunha traz de volta este ato, oferecendo um momento de delicadeza para o leitor. Em "Conversa pra boy dormir", um pai, em situação bastante atual, assume o papel tradicionalmente atribuído às mães: aquele de contar histórias para o filho dormir."
Maísa Aleksandravicius, no Catálogo da FNLIJ para a Feira de Bolonha, 1996

"O livro de Leo Cunha, com ilustrações de Graça Lima, é a prova de que o real, quando contado, passa a ser inventado. O texto relembra a infância, a convivência com a criança."
Do jornal Diário da Tarde

Sobre "Sonho passado a limpo"

"Trama bem urdida, que tece com linguagem poética a impressão do acontecido com o sonhado, deixando para o leitor entrever entre frases e devaneios, fragilidade e força, o despertar da adolescência em Isabela. Todo o texto surge em meio a imagens de traços e cores delicados, revelando visualmente essa fragilidade e beleza do amadurecimento da menina, que encontra a si mesma através dos sonhos, espelhos da alma. Uma leiutra imperdível para pré-adolescentes."
Ana Lucia Brandão, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil

"O texto de Leo Cunha tem o envolvimento de uma velha lenda. A gente começa a lê-lo e se sente como se estivesse ouvindo uma narrativa muito antiga, presente em nosso subconsciente. De repente, é como se o narrador aparecesse em carne e osso, como nos contos em que as feiticeiras, mediante uma fórmula mágica, provocam o surgimento de uma figura ou de uma realidade qualquer."
Antonio Hohlfeldt, membro do júri do Prêmio Nestlé, que escolheu "Sonho passado a limpo" entre quase 3 mil concorrentes.

Sobre "Joselito e seu esporte favorito"

"Leo Cunha é tão orthofiano que fez de Sylvia sua personagem em Joselito e seu esporte favorito, a divertida história autobiográfica que conta a emoção do menino diante de sua escritora predileta."
Rosa Amanda Strausz, no Jornal do Brasil

"Leo Cunha, em Joselito e seu Esporte Favorito, assinala também como a criatividade do autor está formada tanto pela incorporação de um padrão consolidado pela literatura, quanto, a partir daí, pela criação de uma linguagem revolucionária. O livro elege como interlocutora a obra de Sylvia Orthof, transformada em referência dos poemas protagonizados por Joselito, o admirador da autora e que a busca ao longo do texto, para conseguir uma dedicatória.
Os poemas, por sua vez, intertextualizam textos de Sylvia (...) Nem por isso deixam de ser igualmente inventivos e engraçados à sua própria maneira, como se espera de uma obra desafiante e inovadora."
Regina Zilberman, em "Como e por que ler a literatura infantil brasileira"

"Leo Cunha monta seu texto inspirado nas marcas da autora homenageada. Brinca com as palavras, criando um texto rimado, em versos. As crianças que já conhecem a obra de Sylvia irão se identificar com o personagem principal, Joselito".
Ninfa Parreiras, na Brazilian Book Magazine.

Sobre "O inventor de brincadeiras"

"No livro O Inventor de Brincadeiras temos a arte surrealista de Giuseppe Arcimboldo comentada através de poemas rimados, leves e engraçados, às vezes em rimas intercaladas, ou rimas e métrica livre, ou visuais. Proposta de leitura indicada para pré-adolescentes."
Ana Lucia Brandão, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil

"(As) poesias nascem como um jogo de palavras a partir de outro jogo criado pelo autor com as imagens originais de Giuseppe Arcimboldo. Esse artista contemporâneo de Leonardo da Vinci criou retratos de perfis humanos reunindo objetos, como livros, em o Bibliotecário, e Cunha dialoga, convidando-nos a admirar: "Você quer folhear o meu cabelo?". Uma combinação de legumes mostra um jardineiro que "... plantou bananeira e viu o mundo ao contrário". A função metalingüística, nesta obra agrega-se à função lúdica ao instalar-se o jogo entre palavras e imagens."
Flávia Brocchetto Ramos e Neiva Senaide Petry Panozzo na revista Espéculo - Revista de estudios literarios, da Universidad Complutense de Madrid.

"Em forma de versos e explorando o nonsense, Leo Cunha nos apresenta a vida artística de Giuseppe Arcimboldo. Neste texto não conseguimos conhecer Giuseppe Arcimboldo, apenas somos informado de sua existência."
Virgínia Heine, no Brazilian Book Magazine

Sobre "Quase tudo na Arca-de-Noé"

"O importante é louvar a fluência narrativa e a riqueza de imaginação de suas histórias. Vê-se que nasceu vocacionado para escrever para as crianças e os jovens".
José Paulo Paes

Sobre "O gato de estimação"

"O livro é leve " resultado do uso do branco na página " e alegre. Um jogo, uma brincadeira com a palavra estimação, com uma sonoridade gostosa, rimas bem trabalhadas e ilustrações atraentes em detalhes, cores e ângulos inusitados. Um poema nonsense, bem ao gênero de Gianni Rodari, autor italiano de literatura infanto-juvenil, que explorou com mestria esse tipo de história e possibilidades linguísticas." Celso Cisto, no site Doce de Letra

"Esse livro nasce das brincadeiras que o Leo Cunha faz com a palavra "estimação", explorando divertidas possibilidades de leituras a partir de vários troca letras e permutas de acentuação. São versos rimados e muito engraçados.

Assim, de maneira descontraída, o autor mostra toda a riqueza e as analogias possíveis na nossa língua, explorando diversas leituras significativas de uma mesma palavra, decorrentes de pequenas transformações."
José de Castro, no site Balaio Literário

Sobre "Debaixo de um tapete voador"

"Leo Cunha vai fundo na forma e no sentido das palavras. Em poemas "mínimos", condensa "máximas" de brincadeiras e humor. A verdade é que fala de coisas grandes em palavras bem selecionadas. Além disso, combina versos, sons e monta poemas melódicos, cheios de ritmo e rima, como um jogo de letras e sons."
Ninfa Parreiras, no Brazilian Book Magazine

"Os poemas têm leveza de toque, senso de humor, imaginação verbal e sentido de construção. São os melhores poemas para crianças que li nos últimos tempos".
José Paulo Paes

Sobre "Nas páginas do tempo"

"Fala com muita desenvoltura de temas como a doação de órgãos, filmes famosos, literatura ou seriados da TV. Leo Cunha é um poeta do cotidiano, que capta com sua retina cinematográfica detalhes do dia-a-dia que, muitas vezes, passam despercebidos pela maioria das pessoas. É o próprio cronista ligado ao seu tempo."
Maria de Lourdes Reis , no jornal Diário da Tarde

"São crônicas que falam de um homem atento ao seu tempo, ao seu país, à sua subjetividade. Com conteúdo de cunho social e humano, as crônicas são bem humoradas, oscilando entre o sarcasmo e a ironia."
Virgínia Heine, no Brazilian Book Magazine

Sobre "Cantigamente"

"Leo incorporou tanto a alma infantil que o livro é capaz de instigar a imaginação dos pequenos leitores e transportar os mais 'crescidinhos' para o universo dos sonhos, há tempos esquecido. A mágica de sua poesia com certeza vai ajudar os professores a entender um pouco mais como funciona a cabeça dos pequeninos".
Revista Nova Escola

"Cativante recolha de poemas para crianças com belíssimas ilustrações de Marilda Castanha e Nelson Cruz. Leiam-se em voz alta estes versos, deguste-se o sabor do português do Brasil e descubram-se pequenos achados."
Revista Malasartes (Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude), de Portugal.

"O prazer de ler e de escrever é um dos temas preferido de Leo Cunha e, nos poemas de Cantigamente, é totalmente contagiante. Os objetos do cotidiano ganham um toque de magia: a caneta vira varinha de condão, a árvore de natal é um pé de brinquedo e as bruxas voam de rodo porque está chovendo."
Rosa Amanda Strausz, no site Doce de Letra

"Autor premiado, Leo Cunha faz uso de jogos de palavras e explora o unverso infantil. Sua poesia é repleta de prazer e brincadeiras. (...)
Em poemas como "O circo de verdade" e "A árvore de Natal", o autor volta ao lugar da criança que ele foi, para trabalhar o imaginário e a memória. Em poemas como "Cantigamente" e "A mão do poeta", ele alia a poesia com a reflexão sobre a arte da escrita".
Ninfa Parreiras, no Brazilian Book Magazine "A mágica da poesia. Você acha que uma caneta pode se transformar em uma varinha de condão ou voar como uma borboleta? Isso acontece no livro de poesia "Cantigamente", de Leo Cunha. Os poemas são engraçados e ajudam a gente a descobrir os segredos das palavras."
Do jornal Folha de S. Paulo

Sobre "Na marca do pênalti"

"Apresenta aos leitores, numa história marcada por humor, bom suspense e momentos emocionantes, temas extremamente significativos como amor, paixão, caráter, comunidade, valores. Trata dos pequenos segredos que atormentam as pessoas como se fossem grandes fantasmas, e das pequenas verdades que acabam representando grandes redenções."
Marcello Castilho Avellar, no jornal Estado de Minas

"Em Na Marca do Pênalti, o não-politicamente é uma das marcas da autonomia dos personagens em relação ao mundo adulto e suas regras. E também a afirmação da necessidade, própria de qualquer ser, de amealhar sua própria experiência de vida, sem dar ouvidos aos apitos do juiz. Falam-se palavrões; a garotada, uns são bonzinhos, outros não, outros lá e cá, dependendo da situação. Não se leva muito a sério os adultos, todo poder aos adolescentes, e, com um drible deste livro futebolístico, Leo Cunha engana o leitor, numa peripécia anunciada: a todo momento ele avisa que futebol é uma caixinha de surpresas. E o livro esbanja trivelas e gingas de deliciar os olhos. Bela montagem! Enfim, com personagens que qualquer um gostaria de ter como amigo ou namorar (nada mais chato do que um modelo de bom-comportamento; esses ninguém quer nem ter como amigo, nem namorada), Leo arma um saboroso enredo, no qual todo mundo também gosta de entrar. Dá saudades, quando termina!"
Luiz Antonio Aguiar

"A história se desenvolve reunindo suspense, humor, paixão, sofrimento, alegrias, confusões e muitas partidas de futebol. A linguagem alia expressões típicas do futebol com os maneirismos da fala de Minas Gerais, criando efeitos, driblando situações, posicionando personagens para uma goleada com as palavras. Ótima opção de leitura para adolescentes apaixonados ou não por futebol." Silvia Oberg, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil

"Esse livro cai como uma luva para os leitores mais experientes e que adoram futebol. A cidade onde a história se passa - Campos Gerais - é dividida em duas torcidas; tem um herói que está na Seleção Brasileira (o Sabonete); um professor que detesta o esporte e uma torcedora que apronta mile uma estripulias".
Da revista Pais e Filhos

"Imagine uma pequena cidade interiorana, onde segredos e verdades de cada morador estão relaconados à paixão pelo futebol. Este é o roteiro do romance infanto-juvenil "Na marca do pênalti. Obra primorosa, enriquecida pelas ilustrações de Roger Mello. Vale conferir!"
Do Informativo Ibac, publicado pelo Instituto Brasileiro Arte e Cultura.

Sobre "Poemas lambuzados"

"Trabalhando as palavras de forma lúdica, fazendo trocadilhos, invertendo provérbios e ditos populares, estabelecendo novas relações entre as palavras, sua grafia e seus sentidos, os poemas reunidos neste livro são uma interessante opção de leitura para crianças que já podem ler sozinhas."
Silvia Oberg, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil

Sobre "A menina da varanda"

"O premiado autor Leo Cunha apresenta uma história sobre os diferentes modos de ver e ser visto. ele escreve sobre a passagem do tempo no passado, presente e futuro, uma bela reflexão sobre a vida. A imaginação infantil é iluminada pela sutileza com que autor trata a fantasia."
Ninfa Parreiras, no Brazilian Book Magazine

"Bebendo em fonte "queirosiana", trata com delicadeza a carência do Outro em seu recente "A menina da varanda."
Eliana Yunes, em "Leituras Compartilhadas"

Sobre "Clave de Lua"

"O excelente Clave de Lua , que eu não canso de ler, de ver e de ouvir desde o dia do lançamento. Os poemas de Leo Cunha falam de música e de instrumentos, do galo cantor: "toda noite em minha rua/ faça chuva ou faça estrela / o galo vizinho esgoela / seu gogó em clave de lua" . De irmãos músicos que brigam e que dão concertos, de Rapunzel e suas tranças, de um Cupido saxofonista que manda mensagens por fax, de baladas, contrabaixos, fagotes, berimbaus, trombones, do exótico oboé e do canto do rouxinol. Tem muito mais instrumento, há muito mais música nos poemas de Leo Cunha, o que levou Renato Lemos a dizer, inclusive, que sua tarefa foi "transformar em música o som que brotava dos poemas."
Hércules Toledo Corrêa , na revista Presença Pedagógica

"Leo Cunha passa bem longe das fórmulas tradicionais de escrever para crianças. Em vez de infantilizar o texto, ele prefere seduzir o pequeno leitor com inteligência e uma simplicidade que não exclui a sofisticação."
Rosa Amanda Strausz, no Jornal do Brasil

"Leo Cunha, conhecido por seus livros de poesia para criança, traz uma seleção de versos para ler, ouvir e curtir. São poemas melódicos, compostos em estilos variados, prontos para serem tocados e cantados, introduzindo o leitor/ouvinte no vasto universo da música."
Ninfa Parreiras no Brazilian Book Magazine

"Esse maravilhoso livro apresenta várias poesias de Leo Cunha inspiradas em diversos gêneros musicais e no uso de imagens qe brincam com o processo de criação dos músicos... Nesta obra há um equilíbrio perfeito entre texto, imagem e música.Leitura imperdível para crianças, jovens e adultos."
Anna Flora, na Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil, v. 12

"Fazer poesia é despertar o som no balanço das palavras e, para Leo Cunha, isso até parece brincadeira: e transforma instrumentos musicais em inusitados objetos animados, objetos em simpáticos instrumentos de ar, cordas, batidas e swing de imaginação. Dos 21 poemas "musicantantes" que compõem o livro, quinze foram acordados sonoramente rumo a uma aventura entre ruídos, vozes que falam e cantam, improvisos de jazz, arranjos de orquestra, dissonâncias saborosas...
O compromisso estético e a novidade equilibram-se nas canções, na escolha de ritmos variados e mesmo no incremento divertido de pequenos versos em audiobox de sound-text (e isso quer dizer que há aqueles momentos em que o som da voz é trabalhado como textura, surgindo em camadas entretecidas por edição e algumas filtragens). Ah, sim: porque uma andorinha só não faz cantoria, o "livrocedê" Clave de lua reúne talentos das três artes: pintura sobre música, poemas sobre música, e música sobre poesia."
Peter O'Sagae, no site Dobras da Leitura

Sobre "Pão e Circo"

"É raro um texto para crianças e jovens que trate com tom adequado, sem preconceitos ou lições de moral, o tema da infância desabrigada e desassistida do País. Pão e Circo acerta. Leo Cunha e André Salles-Coelho descrevem a amizade entre um casal de meninos de rua, que começam se provocando e, aos poucos, constróem uma simpatia mútua, que a vida trata de separar. De quebra, prestam homenagem ao circo e falam, com delicadeza, do tema da separação."
Dib Carneiro Neto, no jornal Estado de São Paulo

"Digo e Tetê são meninos de rua que levam a vida alegremente. Parecem palhaços, sempre trocando provocações e brincadeiras pelos becos da cidade. A história do casal, além de divertida, dá um mostra do lado enigmático da vida dos menores de rua, obrigados a implorar pelo pão sonhando com o circo."
Da Revista Nova Escola


"A história é um pouco triste, mas tem uma boa carga de humor. É daqueles livros que prendem a atenção do leitor do princípio ao fim."
Jorge Fernando dos Santos, no jornal Estado de Minas

Sobre "XXII!! - 22 brincadeiras de linhas e letras"

"Poesia visual que diverte e faz a criançada pensar (...) Este não é um livro de poesia comum. Aqui, "verso também é feito de olho" para confundir imagem com letra, texto com gravura. Assim, ele tanto ensina sobre esse gênero textual quanto se aprofunda na arte gráfica. Só vendo!"
Da Nova Escola Online

"Para os desavisados, é bom ir logo adiantando: poema não é feito só de palavras não! Formas, desenhos, cores, tudo isso pode compor versos e até rimas! Para o sucesso da receita, o segredo é não ter receios: pode misturar à vontade. E quem sabe a leitura não se torna uma grande brincadeira e você, leitor, passa a jogador. Ou, de olhador, passa a brincador! É porque aqui as palavras são livres de suas formas constumeiras, e a gente pode usá-las do jeito que der na telha."
Da revista Ciência Hoje - Crianças

"O livro mostra que Leo Cunha não é egoísta. Muitos dos seus poemas ficaram muito mais bacanas graças às ilustrações. Ele sabe que a casa da poesia não é só a palavra. Andarilha, ela está em todo canto. Basta soltar a imaginação e deixá-la pousar em tudo...

Tudo aquilo que Leo vê, gosta e toma emprestado para o que escreve. Por isso seus textos são tão bons. Embarque nestas brincadeiras e aproveite. Você também pode criar seus poemas, inventando suas próprias linhas e letras."
Alécio Cunha, no Jornal Hoje em Dia

"São 22 poemas simples, surpreendentes e divertidos, que ganham novos sentidos a cada leitura. Os ilustradores exploraram uma vasta gama de recursos gráficos, no uso de cores, e a linguagem visual dialoga com cada poema. Texto, ilustração e design gráfico combinam perfeitamente." Maraney Freire, no Catálogo da FNLIJ para a 41a. Feira de Livros Infantis de Bolonha.

"É um livro diferente de poesia para crianças. Do tipo raro que se faça - ou se publique: poesia visual para crianças.
Mas raras também são as melhores pérolas - convém lembrar. E pérolas também as há nesse livro inusitado, em que não é suficiente ler o poema, mas olhar para ele e vê-lo, compreendê-lo,percebê-lo escondido em cada página (ou seriam ostras?).
Quem duvidar,que olhe, olhe, olhe até encontrar uma ilha. Ou tente descobrir o que se vêprimeiro, o ovo ou a galinha. Ou divida com o ouriço sua angústiaexistencial diante do espelho, afinal, ele é "ouriço ou aquilo?"
Sendo poesia visual, o projeto gráfico merecia tratamento especial. E este ficou acargo de Graça Lima e seus colaboradores Bruno Gomes e Reinaldo Lee. O trio é responsável por uma inspirada conjugação de tipologias, cores fortes, recortes e jogos visuais que combinam formas e palavras de forma lúdica,perspicaz e divertida que só vendo!"
PNLD-SP

Sobre "O macacão espantado"

"Às vezes tenho a impressão de que muitos autores de literatura infantil escrevem para adultos e acabam por esquecer o lúdico tão necessário ao mundo da criança. E não é que este não seja importante para quem já cresceu, é somente que muitos de nós estão habituados a viver com essa falta...é aquela velha história..."a gente se acostuma, mas não devia"!

Mostrei esse livro para alguns adultos e crianças e o efeito foi o mesmo; gargalhadas desmedidas com as histórias de uma dupla que deu tão certo. Terminei o livro querendo ler outras aventuras de Ju e Lu."
Gal Cavalcante, no site Asa da Palavra

"A primeira das divertidas histórias é a que dá nome ao livro. O título não tem nada a ver com um primata grande. Na verdade, existe uma troca de letras por parte das crianças e o equívoco provoca uma baita confusão: Lu e Ju vão dormir na casa de uma tia chata que quase fica doida com a conversa das duas."
Do site Nova Escola Online

Sobre "O Cavalo Alado e outros poemas"

"[Leo Cunha, Iacyr Anderson e Elias José] sabem escrever para crianças, com sensibilidade e agilidade. E, sobretudo, compreendem o universo infantil, extremamente astuto na sua cntemplação dos seres e coisas a nos rodear.
Leo Cunha apresenta suas armas em versos vitais, como os de 'Inventando Ditados': ' Não existe estrada comprida/só viajantes que se esquecem/de cantar/ Ou:/O silêncio é a maior distância entre dois pontos'
Ou ainda a ironia de 'Chique', poema que o João só vai entender daqui a alguns anos, tempo em que guardarei o livro com o maior carinho: ' Chique é quem não dá chilique/só porque é podre de rico/Chique é quem não dá chilique/só porque é podre de chique'."
Alécio Cunha, no jornal Hoje em Dia

Sobre o "Manual de Desculpas Esfarrapadas"

"Na prática, são ótimas desculpas para provocar risadas, divertir com um humor fascinante e descomprometido, sem nunca deixar de observar um lado um pouco mais sério ou um aspecto mais insidioso da sociedade. Característica autêntica de um verdadeiro humorista.

Um dos melhores exemplos é o texto que dá título ao livro. As 'desculpas esfarrapadas' são aquelas eternas razões para não se entregar o dever-de-casa para o professor. São notórias, famosas e impressionantemente constantes. Todos nós já usamos uma ou outra em nossas vidas. Alguns usaram todas elas. (...) O apogeu da crônica é quando Leo Cunha compara estas desculpas com as declarações oficiais do então Presidente da Republica em 2001 tentando 'explicar' a crise da energia elétrica. Arrasador! "
Claudinei Vieira, no site iG Ler

"Prepare-se para dar gargalhadas e chutar o mau humor! O autor dividiu as histórias em três tipos, todas hilárias: mentiras, mancadas e maluquices em geral. O livro é lindo, com ilustrações de Daniel Kondo."
Da revista Capricho

"O riso que faz a garotada gostar da boa literatura.
Reunindo 18 casos, crônicas e contos, este livro é do tipo que desmancha qualquer cara feia."
Da revista Nova Escola

"São dezoito casos engraçados, divididos em três diferentes segmentos: Mentiras, Mancadas e Outras Maluquices (...) O leitor pode contar com momentos de diversão espirituosa e inteligente."
Da revista Na Poltrona

"Leo Cunha conta suas histórias como se estivesse conversando em uma roda de amigos. Deste jeito, não há leitor que resista. Além dos textos quase orais, dos bons casos, das ilustrações riquíssimas e da parceria de um mineiro e um gaúcho, o livro ainda tem a seu favor o fato de tratar de temas do cotidiano e de assuntos que se aproximam, especialmente, do universo do jovem leitor.

Leia como se estivesse ouvindo o próprio Leo te contar e ria muito desde a primeira mentira até a última maluquice."
Do jornal Tribuna Impressa, de Araraquara.

"Os fatos contados são tão familiares, tão cotidianos, que parecem cenas vividas pelo leitor. As desculpas esfarrapadas contadas no livro estão presentes no dia-a-dia de cada um, lembrando-nos das imperfeições que atestam nossa condição de ser humano."
PNLD-SP

Sobre "Era uma vez um reino de mentira"

"Com ilustrações de André Neves, Era uma vez um reino de mentira emociona tanto pela beleza das imagens quanto pela prosa dos autores."
Do JB Online

"Um mundo onde jogos e passatempos tradicionais se transformam em cenário de aventuras incríveis. Era uma vez um reino de mentira reúne duas histórias brincadeiras conhecidas do público infantil em interpretações para lá de originais." Livro recomendado no site da Livraria Cultura


"O livro traz dois contos de fada modernos. O primeiro, 'O castelo e os reis', conta a história de um castelo onde, a cada domingo, um novo rei era eleito para governar, gerando invenja nos oponentes. O segundo, 'A dama dourada e a rainha negra', conta a história de um reino com muitos monarcas, o que origina o título do livro, 'Era uma vez um reino de mentira'. As ilustrações do renomado André Neves são um componente importante desta história cheia de batalhas, disputas e charme."
Antonia Ceva, no Catálogo da FNLIJ para a Feira de Bolonha de 2006.


"Leo Cunha embaralha a vidinha dos naipes na venturosa fuga que se narra na história d'A Dama Dourada e a Rainha Negra. Cansada do carteado de sempre, a Rainha de Ouros
decide abandonar seus pares e encontra a promessa de um novo castelo dos destinos cruzados sobre um tabuleiro de xadrez. Da Rainha Negra toma as vestes e dá seu hábito à amiga real. Quantos truques, embates, vitórias, empates, surpresas e derrotas conhecem, não contam os dedos da mão, nem os blefes e os lances que esquecerão jamais.
Eis a majestade do salão num trocadilho de figuras e linguagem com piscadas carrollianas.
Jogando com letras e imagens, André Neves
emplaca nas ilustrações: é gol, é cheque-mate!"

Peter O"Sagae, no site Dobras da Leitura

Sobre os "Contos De Grin Golados"

"E quem nunca teve vontade de ver como ficaria uma determinada história se a personagem chegasse antes ou depois do perigo e mudasse o curso dos fatos? Agora, imagine se papai Noel entrasse na história de Chapeuzinho Vermelho, ou Rapunzel tivesse a grande idéia de utilizar a vassoura da bruxa para escapar da prisão no alto da torre?

O livro Contos De Grin Golados, de Leo Cunha, ao mesmo tempo em que homenageia os Irmãos Grimm, apresenta a possibilidade mágica e infinita que a literatura tem de promover a permanente reinvenção das palavras. Vale a pena se divertir, mergulhando nessa brincadeira!"
Lena Lois, no site Asa da Palavras

Sobre "Perdido no Ciberespaço

"Leo Cunha é um dos autores infanto-juvenis mais imaginativos do país, tendo hoje 30 livros publicados. Agora, ele mergulha literalmente no ciberespaço, pois seu novo livro retrata o desespero de um escritor que se vê preso na internet.

Perdido no ciberespaço, cujo título remonta ao antigo seriado de TV Perdidos no espaço, é original em vários aspectos. Conhecedor do assunto, o autor usa linguagem de internet para falar direto com garotos e garotas que freqüentam sites, chats, blogs, flogs e fotologs. A narrativa é feita em versos, sendo quase um cordel interativo, no qual o final é deixado por conta do leitor.

Há também que se destacar o belo trabalho do ilustrador Guto Lins, que soube criar para as páginas do livro aspectos visuais que reportam ao universo da internet. Em dado momento, quando o discurso remonta à infância do autor, a página ganha contornos de vinhetas de almanaque, tipo de publicação muito comum entre os anos 40 e 60."
Jorge Fernando dos Santos, no Estado de Minas

"Com o apoio fundamental do ilustrador Guto Lins, o escritor trouxe a internet para o livro quase literalmente. Com o ciberespaço como cenário e como linguagem, ele oferece uma divertida viagem de um autor que se perdeu com poesia e, claro, interatividade."
Revista Crescer Online


"Pela infinita Internet Leo se mete em uma aventura infernal: sim, Leo Cunha! Não exatamente o próprio, mas o seu duplo, o seu pressuposto, o seu outro-eu " aquele que conversa com o leitor e tanta gente confunde com gente. Quero dizer: que os incautos confundem com os vivos. Porque, em literatura, é tudo mesmo uma invenção. (...)

Brincando com a referencialidade das palavras e com referências a outros textos, Leo cunha uma ilusão de presença, como quem emerge lá do fundo da tela, ou da página impressa, para conversar com o leitor. Essa voz, perdida, viaja pela disposição confusa de janelas e browsers superpostos com que nos habituamos habitar dentro do computador. Afinal, estamos aqui, ou lá?

É, deste modo, que o projeto gráfico de Guto Lins contempla um barroco de imagens antigas e modernas, como acessadas aleatoriamente. De clique a pique, Leo aceita fazer o download do voculário imposto pelo internetês, mas faz seu upgrade de trocadilhos no monólogo que inventou.

Peter O'Sagae, no site Dobras da Leitura

"Com um texto divertido, o autor, Leo Cunha, pede ajuda a seu leitor. De alguma forma, ele entrou no na internet e agora está perdido nesse vasto mundo cibernético. Além do texto criativo, o livro traz ilustrações lindas de Guto Lins, que casam muito bem com a história. Aproveite cada página, vale a pena!"
Da revista Atrevidinha

Sobre "Era uma vez um reino sonolento"

"Enquanto o texto de Cunha mistura o fantástico a sentimentos muito reais (com o perdão do trocadilho), de forma leve e poética; a narrativa de Benevides tem um tom engraçado e vibrante (mesmo com a lerdeza das personagens). Ambos têm como protagonistas reis, rainhas e dragões, mas são fábulas bastante originais. Literatura infantil escrita cuidadosamente. A edição não poderia ter complemento melhor do que as lindas ilustrações de André Neves. Com a técnica mais clean, sem o uso da colagem de tecidos e passamanarias que lhe é peculiar, as imagens conservam a harmonia estética. O trabalho de Neves, por si só, já valeria um livro. Para acostumar ao belo, desde já, os olhinhos dos pequenos leitores."
Do jornal Diário Catarinense


Sobre o artigo "Poesia e humor para crianças", do
livro "O que é qualidade em literatura infantil"


Lépido e lúcido, Leo Cunha arrisca reflexões - das boas e leves, estratégico - ao recortar um assunto tão próprio de seu fazer: "Poesia e humor para crianças". Inicialmente, distingue semelhanças entre poetas de olhar reflexivo e filosófico que expressam amabilidade, delicadeza e lirismo, para, então buscar em outros textos uma tendência para o afastamento da concepção dominante sobre o que é poesia. O pêndulo do lírico ao lúdico, adivinha humor no jogo das palavras, no jogo das idéias e na reinvenção do cotidiano -
qualidades para o "encantamento com a palavra e a
partir da palavra".
Peter O'Sagae, no site Dobras da Leitura

"A proposta de Ieda de Oliveira de "fornecer ao professor elementos que o ajudem na tarefa de desenvolver no aluno, na qualidade de leitor, o necessário senso crítico" parece ainda mais pertinente quando lida à luz do artigo/depoimento de Anna Claudia Ramos sobre como se tornou escritora. Ou do artigo/sarau de Leo Cunha, em que a poesia brota no texto nos fazendo lembrar porque somos, até hoje, leitores de literatura infanto-juvenil."
Ronilze Aline, no jornal O Globo




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